quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Jornalistinhas de todo o mundo, uni-vos!

Se o nosso objetivo for alcançado daqui a um tempo, ele não precisará ser expresso novamente. Mas, por agora, é interessante dizer o porquê disso tudo.

Eu fui fazer um trabalho como estagiária e acabei encontrando duas jornalistas. A cinegrafista que me acompanhava chegou ao local da pauta e foi logo se enturmando com os colegas de profissão que trabalham em outras emissoras. Mas as jornalistas não.

As duas reclamavam do deadline, como caricaturas daquilo que se ouve por aí, e pareciam não fazer parte do ambiente em que estavam – como se para tanto precisassem exercer enorme esforço.

Longe de servir para uma generalização simplista do caso, o ocorrido é apenas um ocorrido, que demonstra a atitude de certos profissionais.

Mas assusta jornalistas iniciantes.

E é isso que nós três somos, apesar de, no momento, falar mais por mim. Jornalistinhas. Previamente cansadas de certas práticas que se repetem no nosso cotidiano, antes de nos formar. Em alguns momentos, até parece que o mercado se instaura dentro da universidade, como se devêssemos agir competitivamente a todo momento.

Pela união da categoria e crescimento sem distinção, a gente tem um objetivo simples. Trocar experiência.

O que ocorreu naquele dia comigo foi fruto apenas da falta de diálogo, para o qual os personagens da história pareciam um tanto quanto fechados.

Aqui vamos contar, a partir da nossa vivência de estudantes de jornalismo, a vida de estudantes de jornalismo. E tudo a que essa vida diz respeito, que na nossa profissão é tudo – generalistas que somos.

Um comentário:

  1. Manifesto das pré-jornalistas! É bom ler em texto uma reclamaçao cotidiana já ouvida... ,)

    ResponderExcluir